Domesticação de plantas medicinais: a experiência da espinheira-santa (Maytenus ilicifolia mart. ex reiss)

M. C. Scheffer, C. Corrêa Júnior, M. I. Radomski

Resumen


O consumo crescente de plantas medicinais é uma tendência consistente no Brasil e no mundo. Embora o número de agricultores que cultivam plantas medicinais tenha aumentado, seu número ainda é insuficiente, especialmente para a produção de espécies nativas. Mesmo quando as plantas medicinais são aparentemente abundantes, seu uso continuado deve basear-se em cultivos ou manejo sustentável em áreas de ocorrência natural, para garantir na quantidade e com a qualidade necessária. Elas devem ser domesticadas. No processo de domesticação, não se deve esquecer que o objetivo não é – pura e simplesmente – a multiplicação de indivíduos de uma determinada espécie. O sucesso da domesticação e inserção de uma espécie nativa em diferentes sistemas de produção está associado à disponibilidade de material de propagação com a necessária qualidade genética e fisiológica. Por outro lado, a pressão da demanda não nos dá tempo para realizar todas as pesquisas necessárias para a obtenção de material de propagação ‘melhorado’. As estratégias adotadas para a obtenção das informações básicas para a domesticação de espécies medicinais nativas devem estar adaptadas às particularidades dessa realidade. A espinheira-santa é utilizada para ilustrar este processo.


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