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Alícia Fernandes (2018-09-20)


suplementos alimentaresÉ considerável saber diferenciar a intolerância à lactose da alergia à proteína do leite de vaca. Esta última é uma doença quase que exclusiva em crianças, e promove sintomas diferentes dos divulgados na intolerância à lactose, tais como lesões na pele e problemas respiratórios. Já as pessoas que apresentam a intolerância à lactose, apresentam uma tolerância individual a este carboidrato presente no leite, ou melhor, existe uma quantidade que cada pessoa pode comer de leite e seus derivados sem mostrar os sintomas de intolerância. A produção da enzima lactase é "dose dependente", ou melhor, o corpo humano produz com o estímulo causado pelo consumo de leite.

A alergia ao leite é desigual da intolerância à lactose. Ela é uma resposta do sistema imunológico do teu corpo a uma ou mais proteínas (caseína e soro são as mais comuns) encontradas no leite de vaca. Este distúrbio podes causar reações como inchaço dos lábios, boca, língua, face ou garganta. A alergia ainda podes gerar eczema, urticária ou erupção cutânea, vermelhidão e coceira na pele ou olhos. Problemas respiratórios como espirros, congestão nasal, tosse, espirros e asma bem como conseguem resultar de uma alergia a leite. ] O L. acidophilus produz uma enzima chamada lactase que transforma o açúcar do leite (lactose) em açúcar fácil. Para que pessoas é intolerante a lactose esta bactéria é bastante interessante. Em geral, essa bactéria é usada para acrescentar a imunidade, no trato de infecções causadas por certos fungos e bactérias, na perda de alergias, para combater acnes, resfriados e úlceras, na saúde cardiovascular.

Mais ainda, há provas de que o pâncreas humano é um dos mais pesados no reino animal, tendo em conta o peso corporal. Esse acrescento de volume do pâncreas humano é tão prejudicial - por ventura ainda mais - do que o acrescento de volume do coração, da tiróide etc.. A geração exagerada de enzimas é uma adaptação patológica a uma dieta de comida sem enzimas. O pâncreas não é a única divisão que produz exageradamente enzimas no momento em que a alimentação é cozida. Por adição, existem as glândulas salivares, que produzem enzimas num grau nunca visto nos animais selvagens com a tua alimentação natural. De fato, alguns animais em uma dieta crua não tem cada tipo de enzimas na sua saliva. No RJ tem um laboratório que faz checape pra IgG e IgE para noventa e 200 alimentos funcionais. Alergia a pimenta não é comum como a outros alimentos (leite, trigo, açúcar, oleaginosas, etc.), mas pode acontecer sim. Imediatamente vi pacientes com alergia a alho e cebola, tais como, e até mamão e chuchu… As alergias alimentares por IgG (que são 80 por cento dos casos) são capazes de oferecer sintomas até 4 dias após ter sido ingerido o alimento. Dr. Paulo, Estou há por volta de 1 mês com urticárias e apesar da medicação e controle alimentar nada decide. Fiz o teste IgE e nenhum efeito positivo pra ovo, cacau e leite de vaca. Sinto além das urticárias o meus estômago e gazrganta como se estivesse borbulhando.

O que é a lactose? A lactose é o açúcar presente no leite e seus derivados. É um hidrato de carbono, mais especificamente um dissacarídeo, que é composto por dois monossacarídeos: a glicose e a galactose. O que é a intolerância à lactose? A intolerância à lactose, assim como conhecida como deficiência de lactase, é a incapacidade que o corpo humano necessita de digerir lactose - um tipo de açúcar achado no leite e em outros produtos lácteos. Esse suplemento poderá ofertar suplementação de Protease, Lipase e Lactase. Este suplemento pode ofertar suplementação de Lactase, bromelina, Lipase, Protease e amilase. Essa suplementação se diferencia, visto que não auxilia somente com enzimas digestivas. Dentre essas, desejamos realçar a Lactase, a protease e peptisíade. Indica-se o consumo de um a 3 cápsulas do suplemento por dia.

Em alguns casos, a restrição de alimentos é indicada, como ocorre com os pacientes intolerantes a alimentos específicos. A intolerância à lactose, como por exemplo, é a incapacidade de digerir um tipo de açúcar localizado no leite e em outros produtos lácteos. Isso acontece devido à ausência da enzima lactase, que faz a sua digestão. A mesma coisa acontece com o glúten, que necessita ser evitado por portadores de doença celíaca, quando o respectivo sistema imunológico do organismo reage à ingestão da substância. Os além da conta tipos de intolerância não exigem nenhum outro tipo de corte de consumo. Adriana explica, contudo, que as dietas devem ser orientadas pela pirâmide alimentar, respeitando as proporções certas e o peso e a estatura de cada paciente. Em temperatura ambiente, retrata-se no estado sólido

O alimento passa a se chamar quilo. Nessa fase o alimento (quilo) agora se encontra em pequenas moléculas e ocorre a absorção dos nutrientes pelos capilares sanguíneos presente no intestino delgado, conduzindo-os para o restante do organismo. O resto alimentar, ou melhor, aquilo que não foi absorvido se encaminha para o cólon ascendente (intestino grosso), cólon transverso e cólon descendente, onde chega ao reto e, logo após, ao ânus. Este post te ajudou? Assim sendo ajude o Portal do Estudante no TOP30. Clique por aqui para votar! Lá, enzimas produzidas no Pâncreas, Fígado e no respectivo Intestino, terminam o procedimento enzimático e os nutrientes são preparados pra serem absorvidos pelo corpo e nutrirem as células do corpo. As PROTEÍNAS são digeridas até a formação de PEPTÍDIOS na TRIPISINA e QUIMIOTRIPSINA. Os POLISSACARÍDEOS, tais como o AMIDO, são degradados até a MALTOSE na AMILOPEPSINA. Os ACIDOS NUCLÊICOS, por exemplo o RNA e o DNA, são digeridos em RIBONUCLEOTÍDEOS na RNASE e DNASE. O suco intestinal ou entérico possui enzimas que digerem 2 tipos básicos de nutrientes: os carboidratos e as proteínas. A CARBOXIPEPTIDASE e AMINOPEPTIDASE transformam PEPTÍDIOS em AMINOÁCIDOS, do mesmo jeito a DIPEPTIDASE reduz DIPEPTÍDIOS em AMINOÁCIDOS. A MALTASE, SACARASE e LACTASE transformam respectivamente: MALTOSE, SACAROSE e LACTOSE em GLICOSE.



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