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Inchaço, Gases E Cólica: Descubra Se Você Tem Intolerância à Lactose E Como Tratar

Alícia Fernandes (2018-08-22)


Pratique exercícios físicos regulares e melhore seus hábitos de sono. Modificações na dieta são necessárias. Todavia, não existe um cardápio fixo a acompanhar, porque a doença difere de uma pessoa para outra e, então, as alterações pela dieta variam de acordo com o paciente. No geral, as recomendações seguem um padrão: evitar bebidas gaseificadas, cafeína, álcool, produtos lácteos, alimentos gordurosos e glúten. A dieta humana de um a outro lado dos milênios moldou nosso trajeto evolutivo. "Nos últimos milhões de anos aconteceram transformações na anatomia humana, dentes e crânio, que achamos estarem relacionadas à dieta", diz o antropólogo John Hawks, da Escola de Wisconsin-Madison (Estados unidos). Como ainda continuamos evoluindo, o papel capital da dieta não deixou de haver. O que comemos hoje poderá influenciar a direção que tomaremos amanhã.

suplementos alimentaresum Choco Soy Break Avelã 38g É a ação que o suco gástrico (produzido por várias células do estômago) faz sobre isso os alimentos. O suco gástrico detém enzimas e ácido clorídrico. O ácido clorídrico amolece o bolo alimentar, destrói bactérias e facilita a ação das enzimas. As enzimas do estômago são três: Quimosina, Lipase gástrica e Pepsina. Isto irá pressionar as artérias e a pressão será elevada. Com o tempo, quem vai perceber os efeitos é o coração. O brasileiro, como salientam pesquisas, geralmente consumem bem mais sódio do que o indicado. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) são 2 gramas desse ingrediente por dia. A média de consumo é o dobro. Dessa forma uma dieta equilibrada se faz necessária. Os pacientes com a bactéria são, desta maneira, isolados pra evitar que infectem os além da conta. A superbactéria contém um gene enzimático denominado metalo-lactase 1 de Nova Délhi (NDM-1) que a torna inaceitável de cuidar com quase todos os antibióticos, inclusive remédios conhecidos como carbapenemas, frequentemente usados como último método. O alerta foi emitido pela semana passada na revista britânica The Lancet Infectious Diseases.

Tente comer queijo e iogurte, que são geralmente melhor tolerados do que o leite. Beba leite integral em razão de as gorduras cortam a jornada do leite de um a outro lado dos intestinos e permitem que as enzimas lactase tenha mais tempo para quebrar o açúcar. Evite leite com pouca gordura ou sem gordura, que eles descem mais muito rapidamente pelo intestino e tendem a causar sintomas em pessoas intolerantes à lactose. Também, muitos produtos de pequeno teor de gordura de leite são capazes de conter leite em pó desnatado, que dá uma dose mais elevada de lactose. Não desista dos produtos lácteos completamente. Eles são bastante nutritivos. Consumir leite em quantidades moderadas.

Essa incapacidade resulta da falta de quantidade suficiente de uma enzima (lactase) no interior das dobras do intestino. Nas pessoas alérgicas, a lactose continua dentro do intestino e chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, produzindo ácido lático e gases. Os sintomas de quem sofre com intolerância à lactose são dores abdominais, diarréia e até vômitos. Uma vez diagnosticada a alergia a lactose, o alimento necessita ser eliminado da alimentação. Qualquer um terá que assimilar com a experiência. Não esquecer que a maioria dos bolos, algum pão e outros produtos contêm lactose. A lactase existe comercializada em líquido ou comprimidos de lactase. Algumas gotas de lactase acrescentadas a um copo de leite, eliminam em vinte e quatro horas, a lactose do leite em setenta por cento. Os iogurtes e o queijo são geralmente bem tolerados. No mercado existe leite quase sem lactose, como os citados acima. Intolerância à lactose podes surgir em cada idade. Ao longo da amamentação, a atividade da lactase no intestino é alta, todavia declina naturalmente após o desmame. "Quando acontece a inexistência desta enzima, a lactose, que é uma bacana referência de energia para os micro-organismos do cólon, é fermentada com ácido láctico, metano e gás hidrogênio. O gás produzido cria uma impressão de desconforto por distensão intestinal e flatulên¬cia. O ácido láctico produzido pelos microorganismos puxa água para o intestino, do mesmo jeito a lactose não digerida, resultando em diarreia. Pessoas com esses distúrbios são consideradas intolerantes à lactose", explica a nutricionista Kimielle Cristina Silva Consultora Técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde (CGAN/DAB/SAS/MS). De acordo com a nutricionista, há 3 tipos de intolerância a lactose: a congênita é a mais rara, onde o moço neste instante nasce com deficiência pela lactase, tendo diarreia no momento em que amamentado ou ao ingerir produtos a apoio de lactose.

O tratamento da intolerância à lactose consiste na eliminação do leite de vaca e de tudo que seja preparado com leite de vaca como bolo, biscoito, bolacha e pudim, da alimentação. Contudo, algumas vezes a pessoa poderá tomar um suplemento de lactase, que é enzima que digere o leite, quando ter necessidade de ou ambicionar consumir um alimento preparado com leite de vaca. A lactase poderá ser pode ser comprada na farmácia ou na farmácias de manipulação e é extremamente fácil de ser utilizada. Você podes pôr a enzima em pó sobre isso tortas, bolos, sorvetes, milkshakes e numerosas outras guloseimas elaboradas com leite ou derivados. Apesar de não ser a recomendação do fabricante, nós testamos o item misturado em um copo de água antes de ingerir alimentos com lactose e dá certo do mesmo modo. Isso vai fazer com que a sua microbiota intestinal fique saudável, dessa maneira o teu intestino será um produtor natural de lactase, assim como produz novas enzimas consideráveis. O que não tem mesmo solução é a nossa incompatibilidade com as proteínas do leite. A quantidade de lactase acessível no corpo humano assim como pode variar em função do recinto onde as pessoa vivem e dos alimentos disponíveis pra esta população. Segundo um artigo publicado pelo site francês de saúde e nutrição, Jolivi, assinado pelo pesquisador Eric Müller, os povos nórdicos, que têm pouco acesso às proteínas de origem animal, permanecem com uma taxa mais elevada de lactase. Portanto, podem ingerir mais leite de vaca.



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