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Anvisa Define Regras Pra Rotulagem De Alimentos Com Lactose

Pedro Benício Martins (2018-08-14)


comprimidos de lactaseÉ preciso deixar claro que a alergia ao leite e a intolerância à lactose são dificuldades distintos. A alergia ao leite pode causar alterações na pele e no sistema respiratório, contrário da intolerância à lactose que tem efeitos diretos no sistema digestório. Os sintomas da intolerância à lactose melhoram a proporção em que o consumo de laticínios é minimizada ou interrompida. No momento em que consumidos estes alimentos funcionais, os sintomas retornam em poucas horas. O diagnóstico da doença acontece por 3 exames específicos, após a avaliação clínica: o teste de intolerância à lactose, o teste de hidrogênio na respiração e o teste de acidez das fezes.

Em alguns casos, a restrição de alimentos é indicada, como acontece com os pacientes intolerantes a alimentos específicos. A intolerância à lactose, tais como, é a incapacidade de digerir um tipo de açúcar localizado no leite e em outros produtos lácteos. Isso acontece devido à inexistência da enzima lactase, que executa a sua digestão. A mesma coisa ocorre com o glúten, que tem que ser evitado por portadores de doença celíaca, quando o próprio sistema imunológico do corpo reage à ingestão da substância. Os demasiado tipos de intolerância não exigem nenhum outro tipo de corte de consumo. Adriana explica, não obstante, que as dietas precisam ser orientadas na pirâmide alimentar, respeitando as proporções certas e o peso e a estatura de cada paciente. Em temperatura recinto, mostra-se no estado sólido

O que é a enzima lactase? Existem inúmeras enzimas no nosso corpo humano com a atividade de quebrar moléculas e cooperar no recurso digestivo. A lactase é a enzima causador da hidrólise da lactose (quebra da lactose em galactose e glucose). É precisamente a deficiência pela criação desta enzima por nosso corpo humano a circunstância principal da intolerância à lactose. Quando a lactose chega ao intestino e não sofre ação das enzimas, acaba fermentada por bactérias presentes no ambiente. A fermentação produz ácido láctico e gases, que são capazes de excitar distensão abdominal e flatulência. A lactose não quebrada aumenta a atração de água e eletrólitos para a mucosa do intestino, provocando diarreia.

A doença celíaca ou enteropatia por glúten é uma síndrome de má-absorção causada por danos ao vilos e microvilos intestinais decorrentes da hipersensibilidade ao glúten. Os vilos danificados assumem uma arquitetura anormal, levando à má-absorção. A primeira especificação desta doença data de 1888 por Samuel Gee, que a denominou de mal celíaco (celiac affliction). Algumas denominações pra doença celíaca são, esteatorréia idiopática e espru. A doença celíaca é uma doença intestinal causada por modificações imunológicas, que acontece em pessoas geneticamente predispostas. Sua incidência é de meio por cento a 1,0% da população geral. As lesões intestinais causadas pelo glúten (proteína presente no trigo) surgem com a ingestão de alimentos contendo essa proteína. Acontece distúrbios da maturação das células epiteliais dos vilos, inflamação da mucosa do intestino delgado e perda de vilos em graus variados, processos cujo consequência término é uma mucosa de estilo atrófico.

Bromelina e papaína: Elas são enzimas proteolíticas. Assumem a função de decompor as proteínas em peptonas pequenos por intervenção de hidrólise. Essas enzimas estão muito presentes em suplementos voltados destinado a pessoas que consomem vários alimentos protéicos para ganho de músculo. Eles contribuem pra maior eficiência pela digestão das proteínas. Esse controle é feito por hormônios. I. A adenoipófise produz e secreta a ocitocina, hormônio que estimula a exclusão do leite. II. A neuroipófise produz e secreta o FSH, hormônio que estimula a contração da glândula mamária. III. A adenoipófise produz e secreta a prolactina, hormônio que estimula a elaboração do leite.

Intolerância secundária: ao inverso da anterior, a lactase desaparece ou elimina por causas transitórias, o que significa que a intolerância é temporária e após um tempo, é possível reverter a ingerir lactose. Deficiência congênita de lactase: o rapaz neste instante nasce com um distúrbio metabólico que o impede de digerir a lactose, em vista disso é uma intolerância permanente, entretanto, até há pouco tempo, era grave, porque a garota não podia tomar o leite materno. Felizmente, é um tipo incomum de intolerância. No momento em que os níveis de lactase são insuficientes, a lactose não é digerida no intestino delgado e chega em amplo quantidade ao cólon, porção do intestino rica em bactérias. Numerosas bactérias do nosso intestino grosso são capazes de fermentar a lactose, um procedimento que resulta pela produção de gases de hidrogênio e ácidos. Além disso, a lactose é uma substância altamente osmótica, que "puxa" água e sais minerais da parede do cólon, aumentando o volume das fezes. A pluralidade da espécie humana é uma das coisas mais bonitas da meio ambiente, e só acontece por conta de uma palavrinha nem sempre bem vista: mutações. Antes de relembrar-se dos X-Men, as transformações genéticas também resultam em diferenças como a cor dos olhos ou dos cabelos. Pensando nisso separamos outras das mutações mais comuns presentes nos seres humanos para provar que não é preciso ser o Professor Xavier para se consiederar um mutante.



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