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Devido à Prevalência Dessa Situação Pela População Mundial

Alícia Fernandes (2018-06-29)


suplementos alimentaresVERDADE - A intolerância à lactose acontece graças a da deficiência de lactase, responsável por quebrar as moléculas de lactose e convertê-las em glicose e galactose, 2 tipos de açúcar que geram energia para o organismo. A lactose está presente em todos os alimentos funcionais derivados do leite. MITO - existem alguns queijos de fermentação longa, como o parmesão que, devido ao seu método fermentativo, toda a lactose presente é metabolizada pelo fermento. "Encontramos produtos cuja lactose é hidrolisada pela adição da enzima lactase no decorrer do procedimento eficiente, como os produtos LacFree, da Verde Campo, que fornece iogurtes, queijos e requeijão sem lactose", adiciona Priscila. Produtos sem lactose são frutos de um processo químico que transforma a lactose em lactase.

A intolerância à lactose é a intolerância a carboidrato mais comum entre pessoas de todas as faixas etárias e influencia cerca de 70% dos adultos do mundo. Devido à prevalência desta situação pela população mundial, tem aumentado o interesse comercial nos leites e derivados com teor reduzido de lactose. E isso pode ser obtido por meio da hidrólise da lactose, principalmente pelo jeito enzimático, com a utilização da enzima lactase. A lactose é o açúcar naturalmente presente no leite e em alguns laticínios, provocando diarreia e gases em pessoas com baixa geração da enzima que digere a lactose no intestino - defeito popularmente conhecido como intolerância à lactose. Nesses casos o sublime é delimitar o consumo de lactose, a despeito de o cálcio, presente nos alimentos lácteos, seja muito respeitável pro corpo.

Não existe alergia à lactose. O que existe é a intolerância à lactose quando a guria apresentadeficiência da enzima lactase. A lactose (açúcar do leite) só é absorvida após tua hidrólise (na lactase)nos monossacarídeos glicose e galactose. Estes monossacarídeos são absorvidos ativamente pelos enterócitos. Em resultância do afluxo de líquidos e da fermentação da lactose, podem aparecer os sintomas da intolerância à lactose: flatulência, acréscimo dos ruídos intestinais, cólica abdominal e, bem como, diarréia. Portanto, as manifestações clínicas pela intolerância à lactose são dependentes da sua força osmótica e de tua fermentação. Diferentemente, na alergia ao leite de vaca, as manifestações clínicas são decorrentes de uma reação do sistema imunológico, desencadeada pelas proteínas do leite de vaca. As manifestações clínicas no lactente frequentemente envolvem o aparelho digestivo: vômitos, regurgitações, cólicas, diarréia com ou sem sangue, perda de sangue nas fezes. Com regularidade acomete a pele no formato de urticária ou dermatite atópica. Algumas vezes podes existir manifestações respiratórias.

Deste modo, o ser fica com deficiência temporária de lactase até que estas células sejam repostas. Com o avançar da idade, existe a tendência natural à perda da produção da lactase. Este fato é mais evidente em várias raças como a negra (até oitenta por cento dos adultos têm deficiência) e menos comum em algumas, como a branca (20 por cento dos adultos). Para Cecília Cury, uma das coordenadoras do movimento Põe no Rótulo, que defende informações mais claras nas embalagens, a capacidade aprovada se intensifica a proteção ao cliente. Questionados, representantes de associações que reúnem a indústria de alimentos notabilizam que irão executar a nova diretriz. Marcelo Martins, diretor-executivo da VivaLácteos (Liga da Indústria de Laticínios), diz enxergar a medida como positiva ao setor e que o alerta assim como pode ser feito antes do prazo por representar um "diferencial de mercado".

Concretamente, em proporção com o peso do corpo humano, o pâncreas humano é duas vezes mais pesado do que o de uma vaca. Seres humanos que comem majoritariamente cozido, enquanto as vacas comem erva crua. Depois, existem evidências que ratos que comem cozido tem um pâncreas duas vezes maior do que ratos que comem cru. O diagnóstico é definido de um a outro lado dos sintomas citados e de exames clínicos. Contrário da intolerância à lactose, a alergia à proteína do leite influencia cerca de 2% e 7,cinco por cento de crianças e é acordada como uma reação adversa contra antígenos do leite de vaca. Pela alergia ao leite, o sistema imunológico identifica as proteínas do leite de vaca como um agente agressor, o que ocasiona diarreia, gases, cólicas, distensão abdominal, lesões pela pele, problema de respirar, pequeno sangramento intestinal, além de outros mais.

Os principais fatores relacionados à alergia alimentar são: hereditariedade, exposição ao alimento, permeabilidade gastrintestinal e fatores ambientais que conseguem acentuar os sintomas da alergia. Agora na Intolerância Alimentar ocorrem reações adversas que são ocasionadas pelos alimentos, porém que não envolvem o sistema de defesa (sistema imune). A intolerância mais comum é a do leite que é provocada pela inexistência da enzima lactase causador da digestão do açúcar presente no leite (lactose). Descendentes de culturas que não domesticaram o gado, ou que não usavam o leite como porção da dieta - como povos do sul da Europa, asiáticos e africanos - não têm a mutação, e não podem digerir laticínios. O estudo de Tishkoff parece definir o mistério como alguns povos africanos, que criam gado e podem digerir leite, não têm a mesma mutação que os europeus.



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