Comentarios de lectores/as

Como Fazer Uma Dieta Sem Lactose

Alícia Fernandes (2018-10-10)

En respuesta a Chocolate Sem Lactose: Dez Chocolates Sem Lactose

A intolerância à lactose é contrário de tem alergia ao leite. A alergia é uma reação imunológica às proteínas do leite e não do açúcar. "Como é um quadro alérgico, as manifestações são capazes de realizar-se no intestino, pela pele e até no sistema respiratório com sintomas como tosse, chiados e bronquite", explica a nutróloga Dra Andreia Guarnieri. Esses exames de Nutrigenômica foram aprovados pela Nação Médica, aumentando a tua confiabilidade e trazendo respaldo para teu uso clínico", observa o nutrólogo Maximo Asinelli. Entre as vantagens dos testes genéticos é a confirmação das suspeitas clínicas, a precisão e a rapidez do diagnóstico, a eficiência do tratamento e o conhecimento sistêmica de tudo o que ocorre no organismo.

remedio para quem tem intolerância a lactoseSeqüenciando DNA coletado de vários grupos étnicos africanos, a equipe da cientista encontrou uma mutação genética contrário da européia, e que precisa ter surgido de forma independente. Vendo os genes, Tishkoff e colaboradores determinaram que a mutação pra digestão da lactose começou a aparecer nos europeus do norte na mesma época em que esses povos passaram a montar gado leiteiro, há nove.000 anos. A mutação africana, distinta, se tornou comum de sete.000 a 3.000 anos atrás. Evidência arqueológica liga este período à disseminação da fabricação de gado pela região. Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose (açúcar do leite). O defeito é efeito da deficiência ou falta de uma enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais fácil, pra tua melhor absorção. Esse dificuldade acontece em por volta de vinte e cinco por cento dos brasileiros. Deficiência primária: acontece diminuição da criação da lactase como conseqüência do envelhecimento. Esse evento é mais evidente em muitas raças como a negra (até 80 por cento dos adultos têm deficiência) e menos comum em novas, como a branca (vinte por cento dos adultos).

Pela deficiência da lactase, a lactose não absorvida sofre fermentação na flora bacteriana presente na claridade intestinal. A fermentação da lactose forma o gás hidrogênio, que se espalha na corrente sanguínea e logo em seguida, nos alvéolos, podendo ser detectado pelo ar expirado. Deste jeito, as crianças com intolerância à lactose apresentam concentrações mais elevadas de hidrogênio no ar expirado após ingestão de lactose, permitindo o diagnóstico pelo teste do hidrogênio expirado. A concentração de hidrogênio expirado podes ser facilmente mensurada com a utilização de um objeto manual de teste respiratório.

A lactose é o principal carboidrato presente no leite. Para ser digerida e absorvida pelo organismo, ela tem que ser quebrada em seus constituintes: glicose e galactose. A quebra é catalisada por uma enzima chamada lactase, produzida especialmente para a digestão do leite materno no intestino delgado de mamíferos adolescentes. A geração dessa enzima diminui com o passar do tempo, tornando o corpo progressivamente incapaz de digerir a lactose. Assim, apesar do vício social de se consumir leite de outros animais e seus derivados após a infância, em torno de 65 por cento da população mundial apresenta algum grau de intolerância à lactose.

Era um jantar e a lactose estava presente no prato principal (risotos com queijo) e pela sobremesa (fundue de chocolate com frutas). Mas, o pai da minha amiga tem Intolerância à Lactose há anos e portanto tem um estoque considerável de lactase em casa. Como a minha amiga imediatamente havia comentado com ele, ganhei dois comprimidos de lactase para tomar antes do jantar. Comi o jantar, o fundue e até o bolo de aniversário sem ir mal. As calorias acessíveis nesses alimentos só puderam ser aproveitadas pelo motivo de no genoma humano surgiram múltiplas cópias do gene AMY1, responsável pela elaboração de amilase pela saliva, enzima importante pra digestão dos açúcares. Outro modelo é o gene LCT, responsável pela produção da lactase, enzima lactase onde comprar encarregada da digestão da lactose, o açúcar do leite que os mamíferos digerem bem somente na infância. Mutações no genoma humano ocorridas há 9 1000 anos, produziram versões de LCT que tornaram possível a digestão de leite também pela vida adulta, ampliando as promessas de sobrevivência em tempos de penúria. Caranguejo, lagosta e camarão são capazes de desencadear reações severas de alergia. Pela China, por exemplo, ocorrências alérgicas pela ingestão de camarão são as mais comuns. A reação alérgica a tomate está normalmente associada ao emprego bastante frequente deste alimento pela dieta. Pessoas alérgicas a frutas cítricas conseguem com facilidade apresentar carência de vitamina C. Desse caso, é preciso recorrer a uma referência suplementar desta vitamina. A sensibilidade a esses alérgenos é facilmente identificada.

Estes casos são essencialmente frequentes entre asiáticos e habitantes do leste africano. Para digerir a lactose existente no leite, o organismo depende da presença de uma enzima, a lactase, ante a ação da qual a lactose é quebrada em açúcares de moléculas menores. Ao longo da fase de amamentação, todos os bebês produzem lactase em quantidades adequadas, prática que será perdida pelos que se tornarão intolerantes ao leite no futuro. Quem está entre vinte e cinco e 30 é visto como acima do peso. Prontamente aqueles que ultrapassam os trinta são os obesos. No entanto, há quem defenda que essa quantidade é antiga e imprecisa - não leva em conta, por exemplo, percentual de gordura no corpo humano - e nem sempre um baixo IMC significa estar livre de dificuldades de saúde.

Respuestas

Mitos E Realidades A respeito Os Produtos Sem Lactose

Alícia Fernandes (2018-10-25)

Lactrase® reduziu a agonia, a comoção de acréscimo do volume abdominal e escore de sintomas gerais. Dairy Ease® reduziu só a agonia. O autor conclui o artigo recomendando o uso de... Leer más



.......................................................................................................................................................................................................

Contacto

Teléfono: (+598) 2359 5478
Fax: (+598) 2354 2052
Correo-e:agrocien@fagro.edu.uy
http://www.fagro.edu.uy/agrociencia/